
As contribuições dos matemáticos para o nascimento do Cálculo são inúmeras. Muitos deles, mesmo que de forma imprecisa ou não rigorosa, já utilizavam conceitos do Cálculo para resolver vários problemas - por exemplo, Cavalieri, Barrow, Fermat e Kepler. Nesse tempo ainda não havia uma sistematização, no sentido de uma construção logicamente estruturada.
A união das partes conhecidas e utilizadas até então, aliada ao desenvolvimento e aperfeiçoamento das técnicas, aconteceu com Newton e Leibniz, que deram origem aos fundamentos mais importantes do Cálculo: as Derivadas e as Integrais.
As tentativas feitas por egípcios, babilônios e gregos de resolver problemas práticos levou-os à resolução de algumas equações, ao cálculo de áreas e volumes de figuras simples como retângulos, trapézios, cones, cilindros e ao desenvolvimento de um sistema de numeração. Os resultados obtidos por egípcios e babilônios foram então assimilados pelos gregos, que tiveram o mérito de contribuir para o estabelecimento da matemática da forma como a entendemos hoje.
Surgiu então na Grécia o primeiro livro de Matemática – “Os Elementos de Euclides” - que se constituiu na primeira tentativa de sistematização dos conhecimentos adquiridos até então e na construção de uma teoria matemática baseada em poucos postulados, deixando de lado o empirismo dos babilônios e egípcios, acarretando então as primeiras idéias relacionadas com o Cálculo. Naquela época os gregos já sabiam calcular a área de qualquer região poligonal, dividindo-a em triângulos e somando as áreas obtidas. Para o cálculo de áreas de regiões planas limitadas por curvas, eles usavam o chamado Método da Exaustão. Esse método consistia em considerar polígonos inscritos e circunscritos à região, aumentando o número de lados dos polígonos, eles conseguiam chegar a valores bem próximos do valor real da área. A matemática ficou nesse estágio até os séculos XVI e começo do século XVII.
As grandes navegações do século XVI, o surgimento da indústria, os inte
resses da volta do comércio que surgia na época, exigiam conhecimentos novos, principalmente os ligados aos movimentos dos corpos e particularmente ao movimento planetário. Destes problemas ocuparam-se grandes cientistas do século XVII, porém o clímax destes esforços, responsável pela invenção do Cálculo praticamente como é visto hoje, coube a Isaac Newton e Gottfried Wilhelm Leibniz.
Após o estabelecimento dos fundamentos do Cálculo, torna-se possível à análise de problemas físicos de real importância, com precisão e rigor jamais experimentados. São estabelecidos os fundamentos da Mecânica dos Sólidos e dos Fluidos e tem início o estudo das Equações Diferenciais e Integrais.
A união das partes conhecidas e utilizadas até então, aliada ao desenvolvimento e aperfeiçoamento das técnicas, aconteceu com Newton e Leibniz, que deram origem aos fundamentos mais importantes do Cálculo: as Derivadas e as Integrais.
As tentativas feitas por egípcios, babilônios e gregos de resolver problemas práticos levou-os à resolução de algumas equações, ao cálculo de áreas e volumes de figuras simples como retângulos, trapézios, cones, cilindros e ao desenvolvimento de um sistema de numeração. Os resultados obtidos por egípcios e babilônios foram então assimilados pelos gregos, que tiveram o mérito de contribuir para o estabelecimento da matemática da forma como a entendemos hoje.
Surgiu então na Grécia o primeiro livro de Matemática – “Os Elementos de Euclides” - que se constituiu na primeira tentativa de sistematização dos conhecimentos adquiridos até então e na construção de uma teoria matemática baseada em poucos postulados, deixando de lado o empirismo dos babilônios e egípcios, acarretando então as primeiras idéias relacionadas com o Cálculo. Naquela época os gregos já sabiam calcular a área de qualquer região poligonal, dividindo-a em triângulos e somando as áreas obtidas. Para o cálculo de áreas de regiões planas limitadas por curvas, eles usavam o chamado Método da Exaustão. Esse método consistia em considerar polígonos inscritos e circunscritos à região, aumentando o número de lados dos polígonos, eles conseguiam chegar a valores bem próximos do valor real da área. A matemática ficou nesse estágio até os séculos XVI e começo do século XVII.
As grandes navegações do século XVI, o surgimento da indústria, os inte
resses da volta do comércio que surgia na época, exigiam conhecimentos novos, principalmente os ligados aos movimentos dos corpos e particularmente ao movimento planetário. Destes problemas ocuparam-se grandes cientistas do século XVII, porém o clímax destes esforços, responsável pela invenção do Cálculo praticamente como é visto hoje, coube a Isaac Newton e Gottfried Wilhelm Leibniz.Após o estabelecimento dos fundamentos do Cálculo, torna-se possível à análise de problemas físicos de real importância, com precisão e rigor jamais experimentados. São estabelecidos os fundamentos da Mecânica dos Sólidos e dos Fluidos e tem início o estudo das Equações Diferenciais e Integrais.
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